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CST: Simplificando a Gestão Tributária para Empresas de Transporte

9 min. leitura
Revisado em 15 jun 2023
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CST ou Código de Situação Tributária é um elemento essencial para empresas de transporte quando se trata de tributação e conformidade fiscal. Se você é proprietário ou gestor de uma empresa de transporte, sabe o quanto é essencial otimizar processos e garantir a conformidade fiscal para se destacar no mercado. 

A correta emissão de notas fiscais é um desafio constante para as empresas de transporte. Com uma ampla variedade de serviços prestados e diferentes alíquotas de impostos, é fácil se perder nas complexidades fiscais. É nesse ponto que o CST entra em cena, fornecendo um código de situação tributária padronizado e confiável.

A tabela CST é uma referência essencial para a classificação tributária dos produtos e serviços comercializados pelas empresas de transporte. Ela organiza os códigos e suas descrições, estabelecendo critérios claros para a correta emissão das notas fiscais, facilitando a identificação dos tributos incidentes em cada operação. 

Se você busca simplificar sua gestão tributária e otimizar seus processos operacionais, o CST 90 é uma solução que não pode ser ignorada. Para saber mais sobre o CST, CST 90, suas tabelas, tipos e demais assuntos relacionados ao tema, basta prosseguir com a leitura. Confira mais sobre:

O que é CST

O CST é uma classificação fundamental no contexto fiscal brasileiro. Trata-se de um sistema de codificação que tem como objetivo identificar a origem e o tipo de imposto que incide sobre um determinado produto ou serviço. 

O CST abarca diversos regimes tributários, como o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real. Cada regime possui suas próprias regras e alíquotas de impostos. A utilização adequada do CST possibilita uma correta identificação dessas alíquotas e da natureza das operações realizadas pela empresa de transporte.

Por meio desse código, é possível identificar a tributação aplicada a cada item ou serviço comercializado pela empresa. Com a correta utilização do CST, é possível indicar as alíquotas de impostos, como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), de acordo com a natureza da operação.

É importante ressaltar que o CST está sujeito a atualizações e modificações periódicas. Os órgãos competentes realizam alterações na tabela CST, incorporando mudanças nas alíquotas de impostos e na classificação dos produtos e serviços. Portanto, é fundamental que as empresas de transporte acompanhem essas atualizações e estejam atualizadas.

O que é CST na nota fiscal?

O CST desempenha um papel essencial na nota fiscal, pois é por meio desse código que se identifica a tributação aplicada a cada item ou serviço registrado no documento fiscal. Ele indica a origem dos impostos incidentes sobre a operação, permitindo que a empresa esteja em conformidade com as obrigações fiscais e evitando problemas com os órgãos reguladores. 

Identificação das alíquotas

O CST na nota fiscal possibilita a identificação das alíquotas de impostos a serem aplicadas sobre os produtos ou serviços comercializados pela empresa de transporte.

Por exemplo, no caso do ICMS, o Código de Situação Tributária indicará a alíquota correspondente ao tipo de operação, como venda interna, venda interestadual ou importação. Essa informação é essencial para o correto cálculo e recolhimento dos tributos, evitando erros que possam resultar em autuações e multas.

Cumprimento das obrigações fiscais

O uso adequado do CST na nota fiscal é uma forma de garantir o cumprimento das obrigações fiscais.

A identificação correta da tributação na nota fiscal é uma responsabilidade da empresa de transporte, que deve seguir as normas e regulamentos fiscais estabelecidos. Dessa forma, é possível evitar problemas legais e garantir a conformidade com a legislação tributária aplicável ao setor de transporte.

Documento legal

A nota fiscal é um documento legalmente válido e necessário para comprovar as transações comerciais realizadas pela empresa de transporte. 

O Código de Situação Tributária presente neste documento assegura a transparência e a correta identificação das operações, permitindo que os órgãos fiscalizadores tenham acesso às informações necessárias para fiscalização e controle tributário. 

Portanto, a inclusão correta do CST na nota fiscal é fundamental para evitar problemas legais e para manter a regularidade fiscal da empresa de transporte.

Tabela CST

A tabela CST é uma ferramenta fundamental para determinar o código de situação tributária correto a ser utilizado nas notas fiscais. Dessa forma, há duas tabelas que orientam a composição do CTS. A Tabela A (Origem da Mercadoria ou Serviço) e a Tabela B (Tributação pelo ICMS).

Tabela A

0 – Nacional, exceto as indicadas nos códigos 3, 4, 5 e 8;

1 – Estrangeira – Importação direta, exceto a indicada no código 6;

2 – Estrangeira – Adquirida no mercado interno, exceto a indicada no código 7;

3 – Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 40% e inferior ou igual a 70%;

4 – Nacional, cuja produção tenha sido feita em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam o Decreto-Lei nº 288/67, e as Leis nº 8.248/91, 8.387/91, 10.176/01 e 11.484/07;

5 – Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação inferior ou igual a 40%;

6 – Estrangeira – Importação direta, sem similar nacional, constante em lista de Resolução CAMEX e gás natural;

7 – Estrangeira – Adquirida no mercado interno, sem similar nacional, constante em lista de Resolução CAMEX e gás natural.

8 – Nacional, mercadoria ou bem com Conteúdo de Importação superior a 70%.

Tabela B

00 – Tributada integralmente

10 – Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária

20 – Com redução de base de cálculo

30 – Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária

40 – Isenta

41 – Não tributada

50 – Suspensão

51 – Diferimento

60 – ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária

70 – Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária

90 – Outras

Ambas as tabelas são atualizadas e disponibilizadas pelos órgãos competentes, como a Secretaria da Fazenda ou órgãos equivalentes de cada estado. É essencial que as empresas de transporte consultem e utilizem essas tabelas para determinar corretamente o CST adequado às suas operações, garantindo a conformidade fiscal e evitando problemas futuros com os órgãos fiscais.

O que é CST 90? 

A Código de Situação Tributária 90 é um código de situação tributária específico para empresas de transporte de carga no regime do Simples Nacional. Essa classificação simplifica a emissão de notas fiscais e facilita a apuração dos impostos incidentes nas operações. 

Uma das principais vantagens da CST 90 é a sua aplicação direcionada ao setor de transporte. Esse código leva em consideração as particularidades do ramo, como os diferentes tipos de transporte e as alíquotas de impostos específicas. 

Além disso, a CST 90 proporciona uma gestão fiscal mais eficiente. Ao utilizar esse código de situação tributária, as empresas de transporte garantem a conformidade com as obrigações fiscais do Simples Nacional

Isso evita erros na apuração dos impostos e possíveis penalidades fiscais. Com a CST 90, as empresas podem focar em suas atividades principais, sabendo que estão seguindo as normas tributárias aplicáveis ao setor de transporte de carga.

Qual CFOP para CST 090?

O CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) é um código utilizado para identificar a natureza das operações de compra, venda, transferência ou prestação de serviços. O CFOP correto está relacionado à natureza da operação e à legislação fiscal vigente.

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CFOP adequado para CST 090

No contexto do Código de Situação Tributária 090, que se aplica a empresas de transporte de carga no regime do Simples Nacional, o CFOP mais comumente utilizado é o 5.102. Esse CFOP é destinado às operações de transporte de mercadorias entre estabelecimentos de contribuintes, ou seja, quando há o transporte de carga entre empresas. 

No entanto, é importante ressaltar que a escolha do CFOP deve levar em consideração a natureza específica da operação e as normas fiscais aplicáveis a cada situação.

Importância da escolha correta do CFOP

A escolha correta do CFOP na emissão das notas fiscais é fundamental para garantir a conformidade fiscal da empresa. Utilizar o CFOP adequado para o CST 090 evita problemas como autuações e multas, além de garantir que a operação esteja em conformidade com as obrigações fiscais estabelecidas pela legislação tributária.

Em suma, é essencial realizar uma análise cuidadosa das características da operação de transporte de carga e selecionar o CFOP correspondente de acordo com a legislação vigente.

Consulta à legislação e apoio especializado

Para identificar o CFOP correto para o CST 090, é recomendável consultar a legislação tributária específica do seu estado e contar com o apoio de profissionais especializados na área fiscal. Esses especialistas podem auxiliar na interpretação das normas fiscais e na correta aplicação dos CFOPs nas notas fiscais.

Além disso, manter-se atualizado sobre eventuais alterações na legislação é fundamental para garantir a escolha correta do CFOP e evitar problemas fiscais no transporte de carga.

Quais são os tipos de CST?

O CST possui diversas categorias que representam diferentes situações tributárias. É importante conhecer os tipos de CST para entender as diferentes formas de tributação que podem ser aplicadas nas operações comerciais. 

Alguns dos principais tipos de CST incluem o CST 00, CST 10, CST 20, CST 30, CST 40, CST 41, CST 50, CST 51, CST 60, CST 70, CST 90, entre outros. Cada um desses tipos de CST possui suas próprias características e aplicações específicas.

Variações na tributação

Os tipos de Código de Situação Tributária representam variações na forma como os impostos são aplicados nas operações comerciais. Por exemplo, o CST 00 é utilizado quando não há incidência de impostos na operação, enquanto o CST 10 representa a incidência integral do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). 

Já o CST 60 é utilizado quando a operação é isenta do ICMS. Essas variações na tributação são determinadas pelas regras fiscais e legislação tributária vigente, sendo importante identificar corretamente o tipo de CST aplicável a cada operação.

Implicações na emissão das notas fiscais

A escolha correta do tipo de CST na emissão das notas fiscais é fundamental para a correta apuração e pagamento dos impostos. Utilizar o tipo de CST adequado garante a conformidade fiscal e evita problemas futuros com os órgãos fiscalizadores.

Além disso, a escolha correta do CST também impacta na correta emissão dos demais campos da nota fiscal, como alíquotas de impostos e cálculos tributários. Portanto, é essencial compreender os diferentes tipos de CST e aplicá-los de acordo com as características específicas de cada operação comercial.

Qual CST usar para cada CFOP?

A escolha adequada do Código de Situação Tributária de acordo com o CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) é essencial para a correta tributação das operações comerciais. Cada CFOP está relacionado a uma determinada natureza de operação e, dependendo dessa natureza, um CST específico deve ser utilizado. 

A seguir, apresento algumas orientações sobre qual CST usar para cada CFOP comumente utilizado:

  • CFOP 5.101 (Venda de produção própria): Neste caso, o CST mais comumente utilizado é o CST 00 (Tributada integralmente). Isso indica que a venda da produção própria está sujeita à tributação integral dos impostos, como ICMS e IPI;
  • CFOP 5.102 (Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros): Para essa natureza de operação, é comum utilizar o CST 00 (Tributada integralmente) ou o CST 10 (Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária). A escolha entre esses dois CSTs depende das características específicas da operação e das regras fiscais aplicáveis;
  • CFOP 5.103 (Venda de mercadoria de terceiros): Nesse caso, o CST mais utilizado é o CST 60 (ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária). Esse CST indica que o ICMS já foi retido anteriormente em etapas anteriores da cadeia de comercialização da mercadoria;
  • CFOP 5.123 (Venda de bem do ativo imobilizado): Para a venda de bens do ativo imobilizado, geralmente utiliza-se o CST 41 (Não tributada). Esse CST indica que a operação não está sujeita à tributação dos impostos.

Vale ressaltar que as escolhas do CST para cada CFOP podem variar de acordo com a legislação tributária de cada estado e com as particularidades da operação.

É fundamental consultar a legislação e contar com o apoio de profissionais especializados em contabilidade e tributação para garantir a correta aplicação do CST em conformidade com as normas fiscais vigentes.

Como saber se o CST está correto?

Verificar se o Código de Situação Tributária está correto é fundamental para garantir a conformidade fiscal das operações comerciais. Existem algumas maneiras de realizar essa verificação e assegurar que o CST está de acordo com as normas fiscais vigentes. A seguir, apresento algumas orientações para saber se o CST está correto:

Consulte a legislação tributária

A legislação tributária é a principal fonte de informações sobre os CSTs aplicáveis a cada tipo de operação.

Consulte as leis, decretos, portarias e demais normas fiscais pertinentes ao seu negócio para verificar os CSTs específicos para as suas atividades. Essas informações podem estar disponíveis no site da Secretaria da Fazenda ou órgão equivalente do seu estado.

Utilize as tabelas de CST

Existem tabelas de CST disponíveis, que organizam os diferentes códigos e suas descrições, auxiliando na identificação do CST correto. Consulte essas tabelas para encontrar o CST apropriado para a natureza da operação em questão. Lembre-se de que as tabelas podem variar de acordo com a legislação de cada estado.

Conte com o apoio de profissionais especializados

Contadores e consultores tributários têm conhecimento especializado na área fiscal e podem auxiliar na identificação do CST correto. Esses profissionais estão atualizados sobre as normas fiscais e têm experiência em lidar com as especificidades de cada tipo de operação.

Ao contar com o apoio de especialistas, você terá mais segurança na determinação do Código de Situação Tributária adequado para as suas operações.

Realize revisões e auditorias internas

É recomendável realizar revisões periódicas e auditorias internas para garantir que o CST utilizado nas operações esteja em conformidade com as normas fiscais. Verifique se os CSTs estão sendo aplicados de forma consistente e correta em todas as operações.

Caso identifique alguma inconsistência ou possível erro no CST, corrija-o imediatamente e ajuste os registros contábeis de acordo.

Lembrando sempre que a correta aplicação do CST é essencial para evitar problemas fiscais, autuações e multas. Portanto, é importante dedicar atenção e cuidado na identificação e utilização do CST correto, buscando informações atualizadas e confiáveis para embasar suas decisões fiscais.

Qual CST do ICMS?

O Código de Situação Tributária do ICMS é um código que indica a forma como o imposto deve ser tratado em uma determinada operação. O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços, e seu CST varia de acordo com a natureza da operação e as normas fiscais aplicáveis. 

Existem diferentes tipos de CST do ICMS, sendo os mais comuns o CST 00 (Tributada integralmente), o CST 10 (Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária) e o CST 60 (ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária).

O CST 00 é utilizado quando a operação está sujeita à tributação integral do ICMS, ou seja, o valor do imposto deve ser calculado e recolhido normalmente. Já o CST 10 é aplicado quando a operação é tributada e há a cobrança do ICMS por substituição tributária, ou seja, o imposto é retido antecipadamente por um substituto tributário e recolhido posteriormente ao Estado. 

Por fim, o CST 60 é utilizado quando o ICMS já foi cobrado anteriormente por substituição tributária, em etapas anteriores da cadeia de comercialização, e não há nova incidência do imposto na operação em questão.

Como definir a CST de um produto?

A definição do Código de Situação Tributária de um produto é uma etapa importante no processo de tributação e emissão de notas fiscais. O CST está diretamente relacionado à classificação fiscal do produto, que é determinada pelo NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), também conhecido como código de produto ou código NCM. 

Para definir corretamente o CST de um produto, é necessário seguir alguns passos:

  1. Identificação do NCM: Primeiramente, é preciso identificar o NCM correto para o produto em questão. O NCM é uma numeração internacional que classifica os produtos de acordo com sua natureza, composição e finalidade. É fundamental consultar a tabela do NCM, disponibilizada pela Receita Federal ou órgão equivalente, para encontrar o código correspondente ao produto;
  2. Consulta à legislação tributária: Com o NCM em mãos, é necessário consultar a legislação tributária do seu estado para verificar qual CST está associado a esse NCM específico. Cada NCM pode ter diferentes CSTs relacionados, dependendo da legislação tributária e das regras específicas do estado;
  3. Análise das características do produto: Além do NCM, é importante considerar as características específicas do produto, como a forma de tributação, a alíquota de impostos aplicável, a incidência de substituição tributária, entre outros fatores. Essas características podem influenciar na definição do CST mais adequado para o produto em questão;
  4. Apoio de profissionais especializados: Caso haja dúvidas ou dificuldades na definição do CST de um produto, é recomendável buscar o apoio de profissionais especializados em contabilidade e tributação. Contadores e consultores podem fornecer orientações específicas, considerando a legislação vigente e as particularidades do negócio, auxiliando na correta definição do CST.

Lembrando que a correta definição do Código de Situação Tributária de um produto é fundamental para a conformidade fiscal da empresa, evitando problemas com os órgãos fiscalizadores e garantindo a adequada apuração e recolhimento dos impostos. 

Portanto, é importante dedicar tempo e atenção para seguir os procedimentos adequados na definição do , buscando informações atualizadas e embasadas nas normas fiscais vigentes.

Quem utiliza CST?

O CST é utilizado por empresas e profissionais que estão envolvidos na área fiscal e tributária. Diversos segmentos e setores podem fazer uso do CST para a correta apuração e pagamento de impostos, assim como para a emissão de notas fiscais em conformidade com a legislação tributária vigente.

Abaixo estão alguns dos principais atores que são utilizados:

Empresas comerciais

Negócios que atuam na venda de mercadorias, sejam elas varejistas ou atacadistas, precisam utilizar o CST para determinar a forma de tributação correta das suas operações e calcular os impostos devidos, como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Empresas industriais

Indústrias que produzem e comercializam produtos também fazem uso do CST para a correta tributação das operações. Ele é utilizado para determinar os impostos incidentes sobre a produção e a venda dos produtos, como o ICMS e o IPI.

Empresas de serviços

Embora o CST esteja mais relacionado à tributação de mercadorias, algumas empresas de serviços também podem utilizá-lo em determinadas situações. Por exemplo, empresas de transporte de cargas podem precisar utilizar o CST em notas fiscais referentes a operações de venda de veículos, peças ou outros itens relacionados ao seu negócio.

Profissionais contábeis e tributários

Contadores, consultores tributários e outros profissionais que atuam na área fiscal e tributária também fazem uso do CST em suas atividades. Eles são responsáveis por analisar a legislação tributária, interpretar os CSTs e orientar as empresas na correta aplicação desses códigos em suas operações.

Em suma, empresas e profissionais envolvidos na área fiscal devem se familiarizar e utilizar corretamente o CST de acordo com as normas e regulamentações tributárias aplicáveis ao seu ramo de atividade.

Conclusão

A correta utilização do CST é de extrema importância para as empresas, independentemente do setor em que atuam. Ao compreender o que é o CST, como utilizá-lo na nota fiscal, consultar a tabela adequada e conhecer o CST 90, as empresas de transporte podem assegurar uma tributação adequada e em conformidade com as normas fiscais.

A definição do CST de um produto requer atenção e conhecimento das regras tributárias, além da análise do NCM e das características específicas do produto. A consulta à legislação tributária, a utilização de tabelas de CST e o apoio de profissionais especializados são passos fundamentais nesse processo.

Garantir que o CST esteja correto é essencial para evitar problemas fiscais, autuações e multas. Por isso, é fundamental realizar verificações internas, consultas à legislação e contar com o apoio de especialistas para garantir a aplicação correta do CST.

Para obter mais orientações sobre tributação e garantir a conformidade fiscal de sua empresa, a Mutuus Seguros oferece soluções especializadas em seguros para o setor de transporte. Entre em contato conosco hoje mesmo e descubra como podemos ajudá-lo a proteger seu negócio e garantir a conformidade tributária.

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