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Seguro viagem Europa: é obrigatório? Confira quais as principais coberturas, vantagens e quem deve fazer!

Lidar com imprevistos longe de casa, em outro idioma e com despesas em euro pode ser estressante e sair caro. É justamente por isso que o seguro viagem Europa se tornou um item muito importante, e não apenas mais um acessório, dentro do roteiro.

A Europa está há anos entre os destinos internacionais mais desejados pelos brasileiros, seja para conhecer cidades históricas, fazer turismo gastronômico ou para viagens corporativas em busca de novos negócios.

De acordo com um levantamento da Iata, 32% dos destinos mais desejados pelos brasileiros no exterior são no Velho Continente, o que comprova a importância, cada vez maior, de realizar viagens internacionais com a proteção correta.

Por mais empolgante que seja a perspectiva de ir à Europa, imprevistos podem aparecer no caminho: um mal-estar inesperado, uma bagagem extraviada, um voo cancelado ou até a necessidade de assistência jurídica. 

Além de proteger financeiramente o viajante, o seguro viagem é obrigatório para entrada em grande parte do continente europeu. Neste artigo, vamos explicar o que é a modalidade, como funciona, quais as coberturas, quem deve contratar e quanto custa. 

O que é o seguro viagem Europa?

O seguro viagem Europa é, conceitualmente, o mesmo produto que o seguro viagem internacional. Trata-se de uma modalidade que oferece assistência e indenização ao viajante em caso de imprevistos durante a estadia no exterior, como problemas de saúde, acidentes, perda de bagagem, atraso de voo, entre outras situações.

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), o seguro viagem tem como objetivo garantir aos segurados o pagamento de indenização quando ocorrerem imprevistos durante a viagem.

A principal particularidade do seguro voltado para a Europa está nas exigências regulatórias do destino: a apólice precisa atender às exigências do Tratado de Schengen, acordo entre os países europeus que regula a livre circulação de pessoas dentro do bloco e que estabelece regras específicas para a entrada de viajantes vindos de fora.

Na prática, contratar um seguro viagem Europa significa contar com uma apólice que cobre o período da viagem, atende aos requisitos legais para entrada nesses países e oferece amparo em situações que vão desde uma dor de dente até uma internação hospitalar prolongada.

Quem deve fazer seguro viagem Europa?

De forma direta, qualquer pessoa que esteja indo para o continente europeu deve contratar o seguro viagem Europa.

Isso vale para turistas indo conhecer Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha e outros destinos clássicos, como, por exemplo, estudantes que vão fazer intercâmbio, casais em lua de mel ou quem vai visitar familiares e amigos que moram fora.

Mas há um público para o qual o seguro é ainda mais estratégico: as empresas que enviam funcionários em viagens corporativas para a Europa.

Nesse caso, falamos do seguro viagem empresarial, também conhecido como seguro viagem corporativo, que é uma apólice contratada pela pessoa jurídica para proteger seus colaboradores enquanto eles estão em deslocamento por conta do trabalho.

Esse modelo faz sentido porque a empresa, na condição de contratante, assume parte do dever de cuidado com o colaborador em deslocamento.

Se algo acontece, como um problema médico em meio a uma feira em Frankfurt ou um voo cancelado a caminho de uma reunião em Lisboa, é o seguro corporativo que cobre as despesas e organiza a logística, evitando que o profissional tenha que arcar do próprio bolso. 

Empresas com colaboradores que viajam com frequência para o continente europeu, seja em feiras, eventos, treinamentos, reuniões com clientes ou expansões internacionais, são as que mais se beneficiam de contratar a apólice de forma estruturada, em vez de comprar planos avulsos a cada viagem.

Como funciona o seguro viagem Europa?

O seguro viagem Europa funciona dentro de uma lógica simples: ele deve ser contratado antes do embarque e tem vigência limitada ao período da viagem.

Em outras palavras, a apólice começa a valer no dia em que o segurado parte do Brasil e se encerra na data de retorno, cobrindo apenas o período compreendido entre essas duas datas.

Durante esse período, se ocorrer algum evento previsto entre as coberturas contratadas, o segurado deve entrar em contato com a central de atendimento da seguradora, normalmente disponível 24 horas por dia, em português. 

A partir daí, dois caminhos são possíveis. No primeiro, a seguradora indica diretamente o prestador (hospital, clínica, hotel, escritório de advocacia) e arca com as despesas. Nesse caso, o pagamento é feito diretamente entre seguradora e prestador, sem necessidade de o viajante adiantar o dinheiro.

No segundo, o viajante paga e pede o reembolso depois, mediante apresentação de notas fiscais e demais documentos comprobatórios.

Vale destacar que a indenização sempre respeita o limite máximo do capital segurado contratado para cada cobertura. Por isso, é importante avaliar o destino, o tempo de viagem e o perfil de risco antes de definir o plano.

Outro ponto relevante é que, em geral, não costumam existir restrições rigorosas relacionadas à idade. A maioria das seguradoras permite contratar o seguro viagem para viajantes de qualquer faixa etária, embora os valores tendam a subir conforme a idade avança, especialmente para segurados acima dos 70 anos.

Quais as coberturas do seguro viagem Europa?

As coberturas variam de acordo com a seguradora e o plano contratado, mas há um conjunto de itens que costuma compor a maioria das apólices voltadas para a Europa. A seguir, explicamos cada um dos principais.

Morte acidental

É a cobertura que prevê o pagamento de uma indenização aos beneficiários do segurado caso ele venha a falecer em decorrência de um acidente ocorrido durante a vigência da apólice. O valor é fixado em contrato e fica entre as proteções básicas mais comuns dessa modalidade.

Extravio de bagagem

Se a bagagem despachada for definitivamente perdida pela companhia aérea, o segurado recebe uma indenização para repor o que foi extraviado. Vale lembrar que a cobertura geralmente é complementar àquela já oferecida pela própria companhia aérea, ou seja, acrescenta valor sobre o que a transportadora paga.

Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas

Conhecida pela sigla DMHO, é a cobertura central de qualquer plano. Reembolsa os gastos com consultas médicas, exames, internações, cirurgias e atendimentos odontológicos de emergência decorrentes de acidente ou doença súbita durante a viagem.

Para a Europa, é o item que atende à exigência mínima do Tratado de Schengen.

Traslado médico

Cobre o transporte do segurado entre unidades de saúde, quando o quadro clínico exige uma transferência para um hospital mais bem equipado, por exemplo. O serviço é organizado e custeado pela seguradora e pode envolver ambulância terrestre, aérea ou UTI móvel, conforme a gravidade.

Remarcação de passagem para regresso

Se, por motivos cobertos, como um problema de saúde ou um sinistro que impeça o segurado de embarcar na data prevista, for necessário remarcar a passagem de volta para o Brasil, essa cobertura arca com os custos adicionais da nova emissão.

Invalidez permanente total ou parcial por acidente

Garante o pagamento de uma indenização ao segurado caso ele sofra um acidente durante a viagem que resulte em invalidez permanente, seja ela total ou parcial. O percentual pago varia conforme o grau e a natureza da invalidez, conforme tabela definida em apólice.

Cancelamento de viagem

Cobre prejuízos financeiros caso o segurado precise cancelar a viagem antes de embarcar por razões previstas em contrato, como doença grave, falecimento de familiar próximo ou demissão sem justa causa. A indenização cobre, em geral, os valores não reembolsáveis de passagens e hospedagens.

Interrupção de viagem

Se já durante a viagem ocorrer um evento coberto – uma emergência médica séria, um falecimento na família ou um sinistro no imóvel residencial – que obrigue o segurado a interromper o roteiro e voltar antes do previsto, essa cobertura pode reembolsar parte das despesas não usufruídas e custos adicionais de retorno.

Traslado de corpo

Em caso de falecimento do segurado durante a viagem, essa cobertura organiza e custeia o transporte do corpo de volta ao Brasil, incluindo procedimentos legais e logísticos. É uma das coberturas tradicionalmente exigidas em planos para o exterior.

Regresso sanitário

Quando o estado de saúde do segurado, embora estável, exige que ele seja repatriado para continuar o tratamento no Brasil, é o regresso sanitário que arca com o transporte adequado, podendo incluir acompanhamento médico durante o trajeto.

Assistência funeral

Cobre as despesas relacionadas ao funeral do segurado em caso de falecimento durante a viagem, abrangendo serviços como urna, ornamentação, taxas e demais custos previstos em apólice. Complementa, portanto, o traslado de corpo.

Hospedagem após alta hospitalar

Se, depois de uma internação, o médico recomendar repouso antes que o segurado possa voar de volta, essa cobertura paga os custos de hospedagem por um período determinado, evitando que esse gasto adicional pese no bolso do viajante.

Acompanhante em caso de hospitalização prolongada

Quando o segurado fica internado por um período acima de um limite definido em contrato, a apólice custeia a viagem de um acompanhante do Brasil até o local da internação, para oferecer suporte durante o tratamento.

Hospedagem para acompanhante em caso de hospitalização prolongada

Complementar à cobertura anterior, essa proteção paga as despesas de hospedagem do acompanhante enquanto ele estiver dando suporte ao segurado internado, dentro do limite contratado.

Acompanhamento de menor

Se o segurado estiver viajando com filhos menores de idade e for hospitalizado, ou ficar impossibilitado de cuidar das crianças, a seguradora providencia o acompanhamento desses menores até o retorno ao Brasil ou até a chegada de um responsável.

Remarcação de passagem para regresso de membros da família

Se for necessário antecipar o retorno de familiares do segurado em decorrência de um evento coberto, essa cobertura arca com a remarcação das passagens, mantendo a família reunida no momento de dificuldade.

Fisioterapia

Reembolsa sessões de fisioterapia decorrentes de acidente ou doença coberta durante a viagem, quando esse tratamento for indicado por um profissional de saúde para complementar a recuperação do segurado.

Despesas farmacêuticas

Cobre os gastos com medicamentos prescritos por médico em consequência de um evento coberto, mediante a apresentação de receita e nota fiscal de compra.

Despesas jurídicas

Em situações como envolvimento em acidentes de trânsito ou questões legais não criminais que aconteçam durante a viagem, essa cobertura cobre os honorários advocatícios para defesa do segurado, dentro dos limites contratados.

Pagamento de fiança

Se o segurado precisar pagar fiança em decorrência de uma situação legal de cobertura, a seguradora adianta o valor, dentro do capital segurado. Em geral, esse adiantamento precisa ser ressarcido depois pelo próprio viajante, mas resolve o problema imediato de liquidez.

Danos à bagagem

Diferente do extravio, essa cobertura indeniza o segurado quando a bagagem sofre danos durante o transporte pela companhia aérea, como mala arranhada, rasgada ou com itens quebrados, conforme as condições estabelecidas em apólice.

O que o seguro viagem Europa não cobre?

Tão importante quanto saber o que está coberto é entender as exclusões, ou seja, os eventos para os quais o seguro não pagará indenização.

As regras específicas estão sempre na apólice, mas, de modo geral, as situações abaixo costumam ficar fora da proteção:

  • Eventos provocados intencionalmente pelo segurado a si mesmo;

  • Sinistros causados por atos de guerra, guerra civil, revoluções ou comoções sociais;

  • Eventos decorrentes de intoxicação por álcool, drogas ilícitas ou medicamentos utilizados sem prescrição médica;

  • Acidentes com veículos sem que o segurado possua habilitação legal;

  • Cirurgias estéticas ou tratamentos reparadores sem indicação clínica de emergência;

  • Continuidade no Brasil de tratamentos iniciados durante a viagem;

  • Doenças preexistentes sem cobertura contratada ou em desacordo com as condições da apólice;

  • Esportes radicais e atividades de alto risco, salvo cobertura adicional contratada;

  • Complicações de gravidez após determinado período gestacional, normalmente a partir da 28ª semana, salvo cobertura adicional.

Por isso, antes de fechar o plano, vale ler atentamente as condições gerais e tirar todas as dúvidas com o corretor de seguros.

Se a viagem envolve alguma atividade específica, como esqui nos Alpes ou trekking nos Pirineus, é importante checar se há cobertura para esportes ou contratar a extensão adequada.

Quais as vantagens de fazer o seguro viagem Europa?

Contratar o seguro viagem Europa traz vantagens que vão muito além de cumprir uma exigência legal.

A principal delas é a tranquilidade financeira: atendimentos médicos no continente europeu costumam ter custos elevados quando pagos por turistas estrangeiros sem cobertura, e uma simples ida ao pronto-socorro pode resultar em uma conta de centenas ou milhares de euros.

Outro benefício é o suporte em português, oferecido pela maior parte das seguradoras por meio de centrais 24 horas.

Em um momento de estresse, conseguir falar no próprio idioma com alguém que orienta sobre qual hospital procurar ou como agir no caso de uma bagagem perdida faz toda a diferença.

Para empresas, as vantagens são ainda mais palpáveis: previsibilidade de custos, proteção do capital humano, conformidade com políticas internas de governança e redução do risco de afastar um colaborador estratégico em meio a uma viagem importante.

Quando o seguro é estruturado como empresarial, a empresa centraliza a gestão dos planos, ganha condições melhores em razão do volume e mantém o controle financeiro sobre eventuais sinistros.

Qual o valor do seguro viagem Europa?

O valor do seguro viagem Europa não é fixo: depende de uma série de variáveis, entre as quais se destacam:

  • Duração da viagem: quanto mais dias, maior o prêmio total;

  • Idade do viajante: faixas etárias mais altas costumam pagar mais;

  • Capital segurado escolhido para cada cobertura;

  • Coberturas adicionais contratadas, como esportes, gestantes ou cancelamento de viagem;

  • Quantidade de viajantes incluídos na mesma apólice;

  • Tipo de plano (viagem única ou multiviagens anuais).

Para empresas que contratam o seguro viagem empresarial, modalidades específicas como Banco de Dias e Pay per Use podem reduzir significativamente o custo unitário por viajante, especialmente quando há um grande volume de deslocamentos ao longo do ano.

A recomendação prática é simples: solicite cotações personalizadas, comparando coberturas, limites e condições, em vez de olhar apenas o preço final do dia.

O seguro viagem Europa é obrigatório?

Sim, na maior parte do continente europeu, o seguro viagem com cobertura mínima de assistência médica é obrigatório.

A exigência vem do Regulamento (CE) nº 810/2009, do Parlamento Europeu e do Conselho, conhecido como Código Comunitário de Vistos, que estabelece, entre outras regras, a obrigatoriedade de cobertura mínima de assistência médica para viajantes de fora do Espaço Schengen.

Na prática, o viajante brasileiro precisa apresentar, quando solicitado, comprovante de seguro viagem com cobertura mínima de € 30.000 para despesas médicas, hospitalares e repatriação.

Sem essa comprovação, o agente de imigração pode impedir a entrada do viajante, ainda que nem sempre o checklist completo seja exigido na chegada.

Desde 1º de janeiro de 2025, o Espaço Schengen passou a contar com 29 países, com a entrada plena de Bulgária e Romênia. Atualmente, fazem parte do bloco:

  • Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Eslováquia e Eslovênia;

  • Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Itália e Letônia;

  • Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos e Polônia;

  • Portugal, República Tcheca, Romênia, Suécia, Suíça, Islândia e Noruega.

Ou seja, se a viagem inclui destinos clássicos como Portugal, Espanha, Itália, França ou Alemanha, o seguro com cobertura mínima de € 30 mil é, na prática, obrigatório.

Para destinos europeus fora do Schengen, como é o caso da Irlanda e do Reino Unido, por exemplo, o seguro não é uma exigência formal de entrada, mas continua sendo altamente recomendado, sobretudo pelos altos custos de atendimento médico nesses locais.

Quais seguradoras fazem seguro de viagem para Europa?

O mercado brasileiro conta com seguradoras que oferecem planos voltados para a Europa, com diferentes faixas de preço e estruturas de cobertura. Entre as opções mais conhecidas estão, em ordem alfabética:

  • AIG;
  • Allianz;
  • Chubb;
  • Porto Seguro;
  • Tokio Marine;
  • SulAmérica;
  • Zurich.

A escolha da seguradora deve considerar fatores como reputação no mercado, rede de prestadores na Europa, idiomas disponíveis no atendimento, qualidade do app ou da central 24h e, claro, a relação entre coberturas oferecidas e prêmio cobrado.

Para o público corporativo, é importante checar também a capacidade da seguradora de operar planos com Banco de Dias, multiviagens anuais ou Pay per Use, conforme a demanda da empresa.

O que é necessário para cotar o seguro viagem Europa?

Para fazer uma cotação de seguro viagem Europa, as informações pedidas costumam ser bastante simples. As principais são:

  • Destino ou destinos da viagem (lista de países a serem visitados);

  • Data prevista de embarque e de retorno ao Brasil;

  • Nome completo e data de nascimento de cada viajante;

  • Tipo de viagem (lazer, trabalho, estudo, esporte etc.);

  • Coberturas desejadas e valores mínimos de capital segurado;

  • Eventuais coberturas adicionais (gestantes, esportes radicais, prática esportiva amadora, entre outras).

No caso das empresas, a cotação do seguro viagem corporativo costuma exigir também o histórico de viagens dos últimos meses ou anos, o número de colaboradores que serão segurados, a frequência e a duração média dos deslocamentos, além das políticas internas de viagem.

Esses dados ajudam a desenhar um plano sob medida, com capital segurado e modalidade de contratação alinhados à realidade do negócio.

Como acionar o seguro viagem Europa em caso de sinistro?

O passo a passo para acionar o seguro viagem Europa é parecido entre as seguradoras, mas é fundamental seguir as orientações específicas da apólice contratada.

De forma geral, no momento em que o evento coberto acontece, recomenda-se:

  • Entrar em contato imediatamente com a central de atendimento 24h da seguradora, pelos telefones e canais informados na apólice;

  • Relatar o ocorrido em detalhes, informando o tipo de evento (saúde, bagagem, voo, jurídico etc.);

  • Seguir as orientações repassadas pela central, que pode indicar prestadores credenciados (hospitais, clínicas, advogados);

  • Guardar todos os comprovantes e documentos relacionados ao sinistro, como receitas médicas, notas fiscais, boletins de ocorrência e laudos;

  • Comunicar o evento dentro do prazo previsto em contrato, que varia conforme a seguradora e as condições da apólice.

Quando a seguradora atende diretamente o sinistro, ela mesma paga os custos ao prestador. Quando o viajante precisa adiantar o valor, o reembolso é solicitado depois, mediante apresentação dos documentos exigidos. Em qualquer caso, comunicar à seguradora o quanto antes evita problemas e agiliza a liberação dos serviços.

Quais os documentos necessários para acionar o seguro viagem Europa?

Os documentos exigidos variam conforme a cobertura acionada, mas, de forma geral, incluem:

  • Cópia da apólice ou bilhete de seguro;

  • Documento de identificação do segurado (passaporte ou RG);

  • Comprovante de embarque (passagens aéreas, cartões de embarque);

  • Relatórios e laudos médicos, em caso de despesas médicas, hospitalares ou odontológicas;

  • Notas fiscais e recibos de todas as despesas envolvidas;

  • Boletim de ocorrência, quando aplicável (roubo, furto, acidente, perda de documentos);

  • Comprovante do extravio ou dano da bagagem emitido pela companhia aérea;

  • Receitas médicas, no caso de reembolso de despesas farmacêuticas;

  • Atestado de óbito e demais documentos legais, em caso de morte do segurado;

  • Comprovante de pagamento do prêmio do seguro.

Sempre que possível, vale escanear ou fotografar os documentos no momento da viagem e guardar uma cópia digital, o que facilita o envio à seguradora e reduz o risco de extravio.

Como contratar o seguro viagem Europa?

A contratação do seguro viagem Europa pode ser feita diretamente com a seguradora, por agências de viagem credenciadas ou, idealmente, por meio de uma corretora de seguros.

Esse modelo costuma ser mais vantajoso, porque a corretora compara propostas de várias seguradoras, identifica as melhores condições para o perfil do viajante ou da empresa e ainda dá suporte no acionamento de sinistros.

Se a sua empresa envia colaboradores em viagens de negócios para Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha ou qualquer outro país do continente europeu, vale estruturar um plano de seguro viagem empresarial sob medida.

Com uma corretora especializada, é possível desenhar uma apólice que cubra todas as viagens previstas no ano, contemple as exigências do Tratado de Schengen, atenda às políticas internas de governança e gere previsibilidade de custos.

A Mutuus Seguros é uma corretora digital especializada em seguros para empresas e atua com as principais seguradoras do mercado para oferecer soluções de seguro viagem corporativo voltadas para empresas de diferentes portes e setores.

Se você quer proteger sua equipe nas viagens à Europa de forma simples e eficiente, fale com um dos nossos especialistas e simule o seu plano.

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